À luz do vento
Qual alma inquieta
Latente à distância
Constante clamor
Retorno à infância
O vento gelado por sobre a montanha
Desce estonteante qual brisa vazia
A alma aquecida de amor aguardado
Aconchego de dor entranhado no dia
Curioso e profético o coração ofegante
Estranho ao andante estranho ao ninho
Exige carinho orquestra sinfônica
Em tudo que existe e que em nada persiste
A tocha vindoura de eterno fulgor
A menina suada cantando no frio
Dança, lamento, ausência de amor
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